Nothing But Design – Luís Alegre

19,50 

EN
Language: Spanish, English and Portuguese
Format: 105 × 170mm
320 pages

PT
Idioma: espanhol, inglês e português
Formato: 105 × 170mm
320 páginas

ES
Idioma: castellano, inglés y portugués
Formato: 105 × 170mm
320 páginas

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EN
The world today allows countless exercises in futurology that generally start from the conviction of the immanence of a brutally accelerated historical transformation.
Faced with the profound changes that are felt and foreseen, we propose a question for those who want to live differently despite contemporary constraints:

What can we do so that everything stays the same?

Facing the disruptive character of digital systems, this essay tries to understand how design requires a speculative reflection on the idea of nothing.
The nothing as a consequence of the laborious becoming design of the world, whose practice of totalizing ambitions requires attention, vigilance, and self-analysis in order to generate new knowledge and procedures that generate a work structure based on the design of nothing.
The “social critique of time” and its “acceleration” departs from the thought of Hartmut Rosa, for whom modern society reveals itself as the first in human history that requires acceleration to sustain itself. Speed as a problem generates alienation, while at the same time produces something wrong in the way we experience life.
The idea of designing nothing speculates about “degrowth” or a return to “slowness”.
With design centralized in the strategy of total digitalization of the world, playing a perverted role in the so-called sociocultural commerce, as an essential component for the production and exchange of nothing, paradoxically null relationships are woven which, guided by automatisms, place us before a society that demands to be rethought.

PT
O mundo actual permite inúmeros exercícios de futurologia que geralmente partem da convicção da imanência de uma transformação histórica brutalmente acelerada.
Perante as alterações profundas que se sentem e se adivinham, propomos uma questão para quem quer viver de forma diferente apesar dos constrangimentos contemporâneos

O que podemos fazer para que tudo fique na mesma?

Face ao carácter disruptivo dos sistemas digitais, este ensaio tenta perceber como o design exige uma reflexão especulativa sobre a ideia do nada.
O nada como consequência de um laborioso devir design do mundo, cuja prática de ambições totalizantes requer atenção, vigilância e autoanálise para que se gerem novos conhecimentos e procedimentos geradores de uma estrutura de trabalho alicerçada no design do nada.
A “crítica social do tempo” e a sua “aceleração”, parte do pensamento de Hartmut Rosa, para quem a sociedade moderna se revela como a primeira na história humana que exige aceleração para se manter de pé. A velocidade como problema gerador de alienação, ao mesmo tempo que produz algo errado na forma como experienciamos a vida.
A ideia do design do nada especula sobre o “decrescimento” ou o retorno à “lentidão”.
Com o design centralizado na estratégia de digitalização total do mundo, protagonizando um papel perverso no designado comércio sociocultural, enquanto componente essencial para a produção e troca do nada, tecem-se relações paradoxalmente nulas que, orientadas por automatismos, nos colocam perante uma sociedade que exige ser repensada.

ES
El mundo actual permite innumerables ejercicios de futurología que generalmente parten de la convicción de la inmanencia de una transformación histórica brutalmente acelerada. Frente a los profundos cambios que se intuyen y prevén, proponemos una pregunta para los que quieren vivir de otra manera a pesar de las limitaciones contemporáneas:

¿Qué podemos hacer para que todo siga igual?

Frente al carácter disruptivo de los sistemas digitales, este ensayo trata de entender cómo el diseño requiere una reflexión especulativa sobre la idea de la nada. La nada como consecuencia del laborioso devenir del diseño del mundo, cuya práctica de ambiciones totalizadoras requiere atención, vigilancia y autoanálisis para generar nuevos conocimientos y procedimientos que generen una estructura de trabajo basada en el diseño de la nada. La “crítica social del tiempo” y su “aceleración” parte del pensamiento de Hartmut Rosa, para quien la sociedad moderna se revela como la primera en la historia de la humanidad que requiere de la aceleración para sostenerse. La velocidad como problema genera alienación, a la vez que produce algo erróneo en la forma de experimentar la vida.
Con el diseño centralizado en la estrategia de digitalización total del mundo, jugando un papel pervertido en el llamado comercio sociocultural, como componente esencial para la producción e intercambio de la nada, se tejen paradójicamente relaciones nulas que, guiadas por automatismos, nos sitúan ante una sociedad que exige ser repensada.